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sábado, 21 de maio de 2011

Os favoráveis à união estável de homossexuais digam amém


Depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo reconhecimento da união estável entre homossexuais, o assunto gerou polêmica no país. Mas será que eles pensam que com essa decisão os direitos se tornarão iguais?  Pelo menos no papel sim.

Mal tomaram a decisão e já tem casais registrando contratos de união estável. Muitos estão satisfeitos com essa nova realidade, já outros estão indignados com a situação.

A lei foi aprovada, mas a desigualdade  continua, algumas empresas ainda olham com receio na hora de contratar um homossexual, foi o que revelou algumas reportagens  mostradas nos telejornais.


Um problema foi resolvido, pelo menos no ponto de vista de quem aprovou essa lei, agora é lutar para tentar combater muita coisa que ainda vai vir.

 O ser humano está trocando o sim pelo não, e o governo apenas tentando satisfazer a vontade de alguns, mas sem pensar nas conseqüências.

Por: Clifton Morais

Nova era do jornalismo

Fazer jornalismo vem sendo uma das profissões mais amplas e que oferece diversas ferramentas de trabalho. Agora com a era da internet, os profissionais da comunicação se deparam com mais um meio de transmitir informações.

O Jornalismo Online é uma das áreas que mais se desenvolve nos últimos tempos. Acompanhando os leitos do mundo de hoje, ela leva uma nova forma de transmitir a informação, com textos mais diretos e dinâmicos, o que atrai cada vez mais os leitores.

Bem distintos dos meios de comunicação tradicionais como, televisão, rádio revista e impresso, o online permite o leitor definir o que é de interesse ou não, podendo voltar na notícia quando ele bem quiser, pois ela sempre ficará armazenada no sistema.


De acordo com alguns estudiosos da comunicação, em especial os de jornalismo online, uma das recomendações feitas para quem usa a internet para fazer jornalismo, é que os
textos sejam pelo menos 50% menores do que os escritos no impresso. Isso é uma
das formas que mais atraem as pessoas a se interessarem pela leitura.

Enfim, o mercado exige cada vez mais que as pessoas se adéqüem aos meios tecnológicos para serem usados como ferramentas de trabalho, e na esfera jornalística essa realidade não é diferente, pois as novas gerações de formadores de opinião buscam cada vez mais se adaptarem ao novo jeito de fazer jornalismo.

veja o video sobre o assunto: 

http://www.youtube.com/watch?v=__4FL9c3rgc&feature=related

  Por: Clifton Morais

Blogueiro é jornalista?


Uma pergunta que sempre é questionada por estudantes de jornalismo é sobre os blogs, se podem ser usados para fazer jornalismo ou não.

A Verdade é que com as novas tecnologias, várias ferramentas para expressar opiniões divulgar notícias e usar como espaços publicitários foram surgindo. 

Com os blogs essa realidade não é diferente. Já não existe mais a teoria que só jornalistas podem escrever notícias ou usar alguma ferramenta tecnológica para ser um instrumento de informação.


No mundo de hoje qualquer pessoa quer passar pela função de jornalista montando seus jornais, revistas, e sites. Os blogs recentemente usados como um diário pessoal, onde cada pessoa relatava e ainda relata tudo o que pensa ou deixa de pensar, também estão sendo exploradas pelos profissionais da comunicação.
 

Da mesma forma como o jornalismo online foi se desenvolvendo e ganhando espaço, os blogs também surgem no mercado atraindo cada vez mais os leitores que se interessam pela informação. 

A definição se blogueiros é jornalista ou não é na forma como ele vai usar esse meio. Muitos já usam os blogs como um meio de comunicação jornalística, e não só escrevem, mas ganham dinheiro como isso. Ricardo Noblat é um deles, jornalista conhecido ele engajou no ramo e hoje usa os blogs como mais uma ferramenta de trabalho.


A diferença sempre será que uma pessoa sem conhecimento jornalístico nunca escrevera como jornalista. E a responsabilidade para quem trabalha com a informação será sempre maior, o que atrairá cada vez mais a atenção dos leitores já que são milhares de meios de comunicação em todo o mundo, e o público procura e exige cada vez mais informações com credibilidade.


Por: Clifton Morais

O Mito dos Direitos Internacionais


Ter direito a segurança, boa educação e a igualdade social em todos os níveis são direitos de todos os cidadãos, Porém essas realidades são pouco vistas, e só mudam quando a sociedade é prejudicada e decide lutar pelos seus ideais.

Ainda na segunda Guerra Mundial, por exemplo, a humanidade era tratada em situação desumana, onde eram submetidas a viver uma vida monstruosa e precária. Apenas alguns líderes da época tinham liberdades, por serem ditadores, aproveitavam seus regimes para explorar das pessoas.

Explorações essas que poderiam ser evitadas caso houvesse os Direitos Internacionais, que até então foram criados  logo depois de várias torturas e descasos conseqüente da segunda Guerra Mundial.

Apesar das Organizações das Nações Unidas alegarem que os direitos humanos e a liberdade são princípios básicos para cada cidadão, essa é uma verdade ainda pouco vista não só Brasil, mas em toda esfera mundial.

Analisando a mudança feita desde a segunda Guerra Mundial, onde as pessoas eram torturadas e não tinham seus direitos e deveres, é importante frisar que, o que é visto no mundo hoje não é diferente da década passada.


A má educação, a fome e amiséria são exemplos claros disso. A realidade é que antes isso já acontecia, Mas de uma forma despreocupada e vista por todos, onde o cidadão não tinha o direito de questionar.

Hoje, isso também acontece, mas de uma forma que os lideres, governantes e poderosos conseguem tomar conta da situação e dizer que está tudo normal.

Por: Clifton Morais

Novas decisões e muitas polêmicas


Dentre tantas mudanças ocorridas no Centro Universitário Unirg, a mais recente foi à nomeação oficial do atual presidente da instituição, Eugenio Pacceli, com ele a indicação do novo secretário de comunicação da faculdade, o advogado Heráclito Suitter. Decisão essa que causou muitas controvérsias, principalmente de alunos e professores do curso de jornalismo.
                                                                
Heráclito assumiu o cargo no lugar da Jornalista Gisele Raffi. A mudança fez com que os alunos de comunicação da Unirg fizessem uma nota de repudio, alegando a decepção dos estudantes, sobre um advogado ter assumido o lugar de uma jornalista já formada.
Clique acima para adicionar ao artigo (jornal11.jpg)
A notícia também chegou até o sindicado dos jornalistas (Sindjor), que também enviou uma nota para a presidência da instituição mostrando sua indignação sobre o acontecimento. Heráclito respondeu as reivindicações, e alegou entender o posicionamento dos estudantes, mas destacou que apesar de ser um advogado ele teria experiência suficiente na área de comunicação.

A situação deixou o curso de comunicação social da faculdade desequilibrado, pois em 2009 eles lutavam contra a decisão do senado federal sobre a não obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalismo. Até então a faculdade por ter um curso de jornalismo deram o maior apoio aos estudantes, mostrando que as grandes empresas só contratariam jornalistas diplomados.

Agora em 2011 a primeira a tirar um jornalista de seu cargo e colocar um advogado foi à própria instituição, alegando se tratar apenas de serem cargos de confiança.

Enquanto isso os professores que também são contra a decisão, ficam na sala de aula ensinando aos futuros jornalistas sobre a importância de uma formação, e que para trabalhar em qualquer área da comunicação, principalmente nas de assessorias, será preciso passar quatro anos nos bancos da faculdade.


Por: Clifton Morais